do amor que doou,
da paz...
...do calor
E se o acaso os trouxer como o vento eu os darei a ti.
Sentiras por entre o teus dedos
todo amor que emana de mim.
Que não acaba,
mas transcende a certeza.
Que evapora e retorna como o lampejar da chuva.
Tinja-me com a aquarela e borre o quadro,
envolva-me com o lampejo aquarelado,
Sinta-me como o vento assombrado,
que lhe arranca o sorriso embriagado.
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